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O aikido pode ser a arte marcial que seu filho precisa

O que você sabe sobre aikido? A principal diferença desta técnica para outras artes marciais é que o objetivo dos exercícios não é a competição. A ideia central é trabalhar as dificuldades pessoais a partir de uma simulação de ataques e defesas. “Durante a execução, você empresta o seu corpo para o colega e assim vai se aperfeiçoando”, explica o professor Marcelo Silva, que ensina a prática há 27 anos.

A tradicional arte marcial japonesa, no entanto, é muito mais que apenas um método de defesa pessoal. Trata-se de uma busca pela harmonia entre corpo, mente e espírito. “Observando a etimologia da palavra, temos: Ai = união, ki = energia e do = caminho”, diz Silva.

Na Roberto Norio, as crianças podem praticar o aikido a partir dos 5 anos. Os princípios filosóficos ligados à prática fazem com que os praticantes percebam a si mesmos de maneira profunda, levando-os à harmonia com o meio em que vivem.

Através dos exercícios, elas aprendem a valorizar variados aspectos da vida humana, da natureza até as relações interpessoais. “As crianças começam a perceber a necessidade de serem gentis e cautelosos e aprendem a preservar seus limites e respeitar os limites dos colegas”, afirma o professor.

Além dos benefícios que todas as artes marciais trazem aos indivíduos, como disciplina, determinação e respeito, o aikido ainda ensina muito sobre o cuidado com as diferenças. Trata-se da empatia, palavra em voga dentro do contexto socioemocional, ou seja, habilidades que todos devem desenvolver para uma vida plena.

É comum que alguns pais pensem que os filhos possam se tornar agressivos se praticarem o aikido. Silva explica que é o contrário. “A prática trabalha a modulação da agressividade. Uma criança tímida, por exemplo, passa a ser mais extrovertida ao passo que outra mais agitada começa a conter seus ímpetos energéticos”, completa.

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